viernes, 22 de abril de 2011

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“Prazsky Orloj” Reloj Praga

Relógios Astronômicos

"... e, para que o tempo nascesse, também nasceram a Lua e os outros cinco astros denominados errantes ou planetas, para definir e conservar os números do tempo."     (Platão, Timeu, 38c)



Engrenagens do relógio astronômico de Praga.


Relógio astronômico de mesa, construído em 1581.


Relógio Astronômico de Praga, 18 de Junho, 11h 38min.
O anel do Zodíaco gira junto com seu homólogo celeste.
O Sol e a Lua se movem o Zodíaco do relógio. Notar o Sol em Gêmeos.
A hora local é indicada pelo Sol, em algarismo romanos.


Relógio Astronômico de Praga, 23 de Outubro de 1982, 12h 20min.
Notar o Sol entrando em Escorpião. A posição da lua seria
diversa no mesmo dia e hora de outro ano.


Relógio Astronômico de Praga, 25 de Outubro de 1982, 14:05 hs.
Notar posição da Lua no Zodíaco, diferente de 23 de outubro.


Mostrador original do relógio de Praga, datado do ano 1396.


Relógio astronômico de Pádua, Itália, indicando a posição do Sol e da Lua, bem como "aspectos astrológicos" (trígono, quadratura, etc) entre a lua e os demais astros. Notar que a lua exibe fases.


Mostrador principal do relógio astronômico de Estrasburgo (França), modificado para uma imagem heliocêntrica do sistema solar.
Os planetas estão presos a ponteiros, e giram ao redor do Sol, reproduzindo os reais movimentos desses astros.

Praga Republica Checa


que praga!
Que Praga!

Por Beatriz Novaes
Conhecida como Paris do Leste, Praga forma um conjunto harmônico, apesar da mistura de estilos.





Tombada pela Unesco como Patrimônio Cultural, possui uma das mais belas pontes de toda a Europa: a Carlos IV, com 650 anos.
São 520 metros que ligam Mala Strana (cidade pequena) à Staré Mésto (cidade velha).



A ponte Carlos IV possui 30 estátuas de santos cuja mais famosa é a de São João Nepomuceno. Dizem que basta tocá-la para voltar.Tomara!



Do outro lado da ponte, o Castelo de Praga e a Catedral de São Vito.



A Catedral de São Vito é a maior e mais importante Igreja da Cidade, onde eram coroados os reis e rainhas tchecos.


Lá encontra-se um belo vitral de Alfons Mucha.



Mucha era um artista múltiplo. Produziu, além de pinturas, posters e propagandas, jóias, tapetes e papéis de parede. Considerada sua obra-prima, o Slovanská Epopej (Épico Eslavo) - série que conta a história dos povos eslavos - foi doado à cidade de Praga, mas hoje se encontra no Castelo de Moravský Krumlov.


Na Cidade Velha, parada obrigatória para ver o Relógio Astronômico...



O famoso Relógio Astronômico é composto por três elementos:
o mostrador-astronômico, com a posição do Sol e da Lua no céu;
a ”Caminhada dos Apóstolos”, um show mecânico apresentando a cada hora figuras dos apóstolos e outras esculturas em movimento; e um mostrador-calendário com medalhões que representam os meses.



... o bairro Judeu cheio de particularidades, o Portão da Pólvora e a Igreja de N. Senhora de Tyn.



Note as duas torres assimétricas da Igreja, uma característica da arquitetura gótica deste período (1385). Representam as figuras masculina e feminina.


As Igrejas e Catedrais oferecem concertos musicais por todo o verão e o Teatro Nacional é famoso por suas óperas.


Além destes monumentos, são imperdíveis as edificações Art Deco e Nouveau da cidade, preciosidades arquitetônicas.











A Casa Municipal é uma Sala de Concertos e um dos principais pontos turísticos, não só pela sua importância histórica, como também pela sua arquitetura, símbolo do nacionalismo tcheco de 1905.
Obs. Foi no Smetana Hall (nomeado em homenagem a Bedřich Smetana) que, em 1918, a indepentência da Tchecoslováquia foi proclamada.





No interior, painéis de Mucha, além de outros artistas, todos com motivos nacionalistas.



1984, série de posters litografados para o Theatre de la Renaissance, anunciando Sarah Bernhardt em seus vários papéis.


O passeio pelo Rio Moldava vale a pena para se apreciar a cidade por outro ângulo.








Praga é um tesouro oculto da Europa, marcada por grandes guerras e muitas ocupações - é quase um milagre encontrá-la tão preservada!





Dentre tantas obras históricas o curioso é que um dos seus maiores símbolos é o moderníssimo edifício dançante Ginger e Fred, obra de Frank Gehry.


Se o casal fosse a Rita Lee e o Roberto de Carvalho, certamente estariam cantando "Que flagra, que flagra, que flagra!". Parodiando a dupla, vocês não imaginam Ginger Rogers e Fred Astaire sussurrando entre piruetas e rodopios "Que Praga, que Praga, que Praga!"?

lunes, 18 de abril de 2011

Angelica Ferreir Sanchez


Minha melhor amiga veio me visitar ,estou Felizzz!

Brasil , Te adoro.

sábado, 16 de abril de 2011

Irlanda Do Norte Ou Ulster.

IRLANDA DO NORTE OU ULSTER
Com 14.120 km2 de extensão, a Irlanda do Norte é o menor dos quatro países que integram o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. Os demais são a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales.
Ocupa a extremidade nordeste da ilha da Irlanda, enquanto a República da Irlanda, independente, estende-se pelo resto do território. É constituído de planícies onduladas e montanhas pouco elevadas e concentra, na região central, férteis campos verdes e pastagens.
A indústria e a agropecuária são as duas principais atividades que sustentam a economia do país. Entre os produtos agropecuários mais importantes encontram-se o leite, os ovos, a batata e o gado bovino e suíno. No setor secundário, a indústria têxtil, principalmente a fabricação de linho, e a aeronáutica, são destaque.
De ascendência predominantemente inglesa ou escocesa, os habitantes da Irlanda do Norte adotaram o inglês como língua oficial. No campo religioso, no entanto, há divergências históricas e o conflito entre católicos e protestantes arrasta-se indefinidamente. Embora majoritários, os protestantes temem que os católicos e o governo da República da Irlanda reunifiquem as duas Irlanda e os privem de seus privilégios políticos e econômicos. A capital do país é Belfast.
HISTÓRIA
Colonização Protestante. A Irlanda caiu sob o domínio inglês em 1541, quando Henrique VIII da Inglaterra declarou-se rei da Irlanda. Ele tentou introduzir o Protestantismo na região, mas o povo irlandês, de maioria católica, iniciou uma série de revoltas contra a Inglaterra.
Elizabeth I esmagou uma rebelião comandada por católicos no Ulster, uma grande província do nordeste da Irlanda. Jaime I tentou prevenir revoltas posteriores confiscando as terras dos católicos no Ulster e dando-as a protestantes ingleses e escoceses. A política inglesa de colonização da Irlanda do Norte foi em grande parte responsável pelo fato de os protestantes constituírem maioria no país.
Pais levam seus filhos para a escola protegidos por policiais na Irlanda no Norte.
As Divergências Econômicas e Políticas começaram a aumentar entre os católicos do sul da Irlanda e os protestantes do Ulster durante o séc. XVIII. No sul, o aumento da população, a distribuição desigual de terras e a decadência das indústrias provocaram uma redução da qualidade de vida. No norte, a indústria têxtil e a construção naval prosperaram e o padrão de vida aumentou. Os protestantes controlaram o Parlamento da Irlanda e restringiram os direitos dos católicos.
Em 1800, os parlamentos britânico e irlandês aprovaram o Ato de União, que extinguiu o Parlamento da Irlanda e integrou o país à Grã-Bretanha. No entanto, muitos católicos ainda exigiam sua independência da Grã-Bretanha.
No final do séc. XIX, os protestantes do Ulster formaram o Partido Unionista. Em 1914, o Parlamento britânico aprovou um projeto de lei de autonomia, apesar da oposição do Ulster, mas o início da Primeira Guerra impediu que o plano fosse colocado em prática.
Divisão da Irlanda. Em 1919, membros irlandeses do Parlamento britânico reuniram-se em Dublin e declararam que toda a Irlanda era uma república independente. Violentas lutas irromperam, então, entre irlandeses e tropas britânicas. Em 1920, o Parlamento britânico aprovou o Ato de Governo da Irlanda, que dividiu a ilha em dois países separados e deu a cada um poderes de autonomia.
Os protestantes do Ulster acataram a decisão e o Estado da Irlanda do Norte foi formado por seis condados da província. Mas os católicos do sul rejeitaram a proposta e exigiram sua total independência. Em 1921, líderes do sul e a Grã-Bretanha assinaram um tratado que criou o Estado Livre Irlandês, com 23 condados do sul e três do Ulster. Em 1949, o Estado cortou todos os laços com a Grã-Bretanha e fundou a República da Irlanda.
Muitos católicos da Irlanda do Norte recusaram-se a aceitar a divisão. Em alguns locais do país, onde os católicos eram maioria, foram estabelecidos distritos eleitorais para assegurar o controle dos conselhos locais pelas minorias unionistas. Os conselhos tentaram instituir áreas separadas para católicos e protestantes. Com o decorrer do tempo, os dois grupos se isolaram quase completamente.
A partir de 1921, grupos paramilitares irlandeses atravessaram a fronteira da Irlanda do Norte e atacaram instalações do governo britânico. Entre 1956 e 1962, freqüentes ataques foram perpetrados pelo Exército Republicano Irlandês (IRA). Os rebeldes esperavam forçar os britânicos a desistir do controle do país, mas, diante dos ataques, a Força Policial Real do Ulster recebeu armamento pesado.
Belfast, na Irlanda do Norte. País marcado por conflitos religiosos entre católicos e protestantes.
Movimento pelos Direitos Civis. A partir da década de 1960, o conflito entre católicos e protestantes na Irlanda do Norte se agravou. Os católicos do país expressaram a sua determinação de que a província do Ulster fosse reunificada à República da Irlanda. Eles alegavam que os protestantes haviam violado seus direitos civis e estabelecido políticas discriminatórias de emprego e habitação.
Em 1967, foi instituída a Associação de Direitos Civis da Irlanda do Norte para lutar pela igualdade de direitos para todos. Em 1968, a associação convocou uma marcha para demonstrar sua força e exigir reformas. O governo tentou impedir o ato, desencadeando violentos protestos, depois dos quais o governo britânico persuadiu o primeiro-ministro da Irlanda do Norte, Terence M. O’Neill, a introduzir uma série de reformas. Mas os unionistas conservadores não concordaram e O’Neill foi obrigado a renunciar em 1969. James D. Chichester-Clark tornou-se, então, primeiro-ministro.
Em meados de 1969, ocorreram novos e violentos confrontos em Belfast e Londonderry. Tropas britânicas foram enviadas à Irlanda do Norte e o governo britânico persuadiu Chichester-Clark a aceitar amplas reformas, incluindo uma força policial desarmada e a implantação de organismos destinados a prevenir a discriminação. Mas essa intervenção britânica desencadeou uma escalada da violência. O IRA deflagrou uma campanha terrorista, realizando atentados contra alvos britânicos civis e militares no Ulster e na Inglaterra.
As tropas britânicas permaneceram na Irlanda do Norte, enquanto grupos paramilitares e o próprio IRA davam prosseguimento às suas ações terroristas ao longo de toda a década de 1970.
Domingo Sangrento. Em janeiro de 1972, católicos enfrentaram o Exército britânico nas ruas de Londonberry, deixando um saldo de 14 mortos e 16 feridos. Esse confronto ficou conhecido como Domingo Sangrento. Ainda em 1972, a Grã-Bretanha passou a exercer o controle direto sobre a província do Ulster. Mas isso não deteve a escalada do conflito.
No decorrer das décadas de 1970 e 1980, a luta continuou. Em 1984, o IRA tentou, sem sucesso, assassinar a então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.
Impasse no Ulster. Em agosto de 1994, o IRA anunciou um cessar-fogo. Até janeiro de 1996, as negociações entre britânicos, irlandeses e o Sinn Féin – o braço político do IRA – arrastaram-se com dificuldade, principalmente devido à exigência feita pelo governo da Grã-Bretanha de que o IRA depusesse as armas.
Em fevereiro de 1996, o IRA explodiu uma bomba no centro financeiro de Londres, pondo fim à trégua e retomando a campanha terrorista.
Foi somente com a vitória do Partido Trabalhista nas eleições parlamentares da Grã-Bretanha em 1997 que as conversações de paz foram retomadas. Em julho, o IRA anunciou um novo cessar-fogo. Em setembro, as negociações multipartidárias recomeçaram com a participação do Sinn Féin. O primeiro-ministro Tony Blair chegou a se reunir, algumas vezes, com o líder do partido, Gerry Adams.
Em 1998, as partes estabeleceram um acordo de paz que ficou conhecido como Acordo da Sexta-Feira Santa e uma nova Assembléia foi votada para o país. No entanto, o acordo atingiu novo impasse em virtude da relutância do IRA em depor as armas. O Partido Unionista do Ulster (UUP), liderado por David Trimble, passou a exigir o imediato desarmamento do grupo como condição para aceitar um governo autônomo na província.
Em 1999, a rainha Elizabeth II aprovou uma lei que concedia uma autonomia parcial à província da Irlanda do Norte e um governo de perfil católico-protestante assumiu o poder. Trimble assumiu o cargo de primeiro-ministro e dois representantes do Sinn Féin tornaram-se ministros. A política externa, econômica e de segurança continuou sob o controle britânico.
Em junho de 2001, a polícia norte-irlandesa decidiu dar proteção especial aos moradores do bairro católico de Ardoyne, em Belfast, local onde freqüentemente ocorrem disputas entre os grupos religiosos rivais. Os protestantes chegaram a ameaçar crianças católicas que se dirigiam à escola.
Em outubro de 2002, a polícia encontrou indícios da ligação entre o Sinn Féin e terroristas. Tony Blair, então, decidiu extinguir o gabinete da Irlanda do Norte e passar o controle do país para a Grã-Bretanha até que novo acordo estabeleça outro governo – ver REINO UNIDO.

Quicksinde......

 I'm the obsessor
Holdin' your hand
It seems you have forgotten
About your man
Alone in the darkness
My bed's a different land
Your touch intensifies
And I'm in the quicksand

I'm in the quicksand
I'm in the quicksand

You're the upsettor
Stroking my hand
What's my position?
I don't understand
Am I your possession?
Am I in demand?
Oh when you turn to me
I'm in the quicksand

I'm in the quicksand
I'm in the quicksand

You, you moved into my mind again oh
You, walking around and free oh
Oh I could let you stay
But I'm walking on broken ground again
Oh, oh when will I learn?
All you do is push me back in the dark



jueves, 14 de abril de 2011